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3 tendências de tecnologia para a saúde que irão revolucionar o mercado

Observar tendências de tecnologia é vital para quem trabalha com qualquer segmento nos dias de hoje. No entanto, ao falar em tecnologia para saúde é comum que haja receio em alguns pontos.

Há quem imagine um cenário distante, no qual máquinas substituem o trabalho de seres humanos na execução de cirurgias, diagnósticos são feitos por computadores altamente treinados em cruzar informações e dispositivos instalados no corpo são capazes de predizer e até evitar doenças.

Um cenário parecido provavelmente deve acontecer, talvez em breve. Porém, não com as máquinas como substitutas e sim auxiliares do trabalho. Mas, até chegarmos lá, o caminho a ser percorrido esbarra em questões básicas relacionadas ao tratamento de dados. O fato é que as tecnologias que darão base à relação íntima entre homem e máquina na saúde já existem. Além disso, impactam relações nos dias de hoje, de uma maneira que talvez você nem perceba. A seguir, falaremos sobre 3 dessas tendências de tecnologia para a saúde que devem evoluir para o que chamaremos de prevenção e tratamento nos próximos anos.

Inteligência Artificial

Como já discutimos aqui mesmo no blog, o conceito de inteligência artificial, em si, pode ser controverso. No entanto, aqui usaremos a definição simples apresentada pelo blog Tech Mundo, na qual entende-se por Inteligência Artificial quaisquer mecanismos computacionais que simulem, de alguma forma, o pensamento humano e sejam capazes de agir e tomar decisões tal e qual uma pessoa faria.

A diferença é que, por se tratar de uma máquina, a capacidade de armazenar e cruzar dados se potencializa. Em um consultório, o médico tem acesso a todos os dados que precisa sobre os sinais e sintomas do paciente. Da mesma forma, sabe quais são os tratamentos possíveis e estatisticamente quais deles foram mais eficazes. Com base neste apanhado de dados, toma a decisão da melhor conduta para cada caso.

Classificação de Risco

Para saúde como um todo, potencializar a gestão de dados como realizado atualmente pelos médicos representa uma oportunidade única de classificação de risco para populações e de condução assertivas nos tratamentos. Com o cruzamento dos dados de um grupo de pacientes, é possível extrair uma série de informações relevantes. Por exemplo, saber quem são os crônicos, como eles estão tratando as doenças e qual o risco que correm se determinado comportamento permanecer se repetindo. Tudo isso identificando padrões por meio de estudo, análise e algoritmos especializados.

Redução de Custos

Além de uma revolução no cuidado com a saúde – já que ao identificar os pacientes em maior risco é possível atuar com mais foco neles – há uma decisiva oportunidade de redução de custos.

Uma operadora de saúde ou empresa que consegue identificar claramente os ofensores da saúde e dos custos assistenciais pode agir preventivamente através de campanhas e ações preventivas.

Previsão

Aqui, destacamos também a importância da atenção primária à saúde. Ou seja, com médico da empresa e ambulatório, onde são concentrados todos os atendimentos, é possível ter mais controle sobre os dados e as queixas mais comuns. Dessa forma, é possível prever tendências.

É importante ressaltar que a inteligência artificial é uma das tendências de tecnologia para a saúde que irão potencializar a capacidade dos profissionais. No entanto, jamais substituí-los. Embasar decisões não significa isentar-se de interpretá-las e colocá-las no contexto específico de cada situação.

Big Data

O Big Data é uma das tendências de tecnologia para a saúde mais faladas atualmente. Além disso, vem ficando mais presente e robusta ao longo dos anos. Trata-se de um grande volume de dados — tanto estruturados quanto não-estruturados — no qual muitas informações, e de todos os tipos, poderão cruzar-se e gerar padrões.

Para que tecnologias como a inteligência artificial possam ser eficazes, um número muito grande de informações – e de fontes diversas, precisa ser correlacionado. É importante ressaltar, no entanto, que não é a quantidade de dados disponíveis que faz a diferença; é o que fazemos com eles.

Essa questão põe luz ao problema que enfrentamos hoje: a pouca importância dada à precisão dos dados coletados. O prontuário eletrônico, já em aplicação na maioria das consultas e internações, é um exemplo. Muitas vezes, possui dados incompletos ou não padronizados. Para a máquina, isso torna mais difícil chegar a conclusões precisas.

Para que o Big Data seja uma realidade viável não só na saúde, precisamos ainda aprender a lidar com dados. Isso é fundamental para que não se tornem apenas um imenso emaranhado de informações sem sentido. Afinal, apesar de termos equipamentos com poder de processamento gigantesco, o fator humano é essencial. A capacidade de interpretação para tomada de decisão e, principalmente, de inserção de dados, depende do ser humano.

Telemedicina

Paralela a essas duas tendências de tecnologia para a saúde, está a telemedicina. Surge como a materialização dos serviços baseados em ciência computacional. As cirurgias à distância já são uma realidade inclusive no Brasil e essa tendência tende a ampliar-se. Exames como o de ultrassom e até mesmo consultas simples poderão ser feitas à distância, sem a necessidade do contato físico entre médico e paciente.

A mudança de paradigma causa certa polêmica. Porém, se pensarmos que diagnósticos poderão ser baseados em dados como os citados anteriormente, as chances de erro tornam-se muito pequenas. Os benefícios virão para profissionais da saúde e operadoras, mas também para pacientes – já que terão problemas solucionados mais rapidamente.

 

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