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    Redução de sinistralidade: como diminuir os custos dos planos de saúde

    A redução de sinistralidade é um dos maiores desafios das operadoras de saúde.  Para manter o equilíbrio financeiro atendendo aos beneficiários de forma eficiente demanda monitoramento constante dos ofensores de custos assistenciais, planejamento e execução de ações para otimizar o uso dos recursos.  

    Na teoria, parece simples: o valor utilizado pelo beneficiário em cada sinistro precisa estar de acordo com o valor mensal cobrado pelo plano. Mas, quem gerencia essa operação sabe que a dificuldade é justamente essa.  

    Na prática, muitas vezes, a conta não fecha, gerando prejuízos à operadora ou fazendo com que ela precise reajustar os valores cobrados dos beneficiários. Por isso é tão importante promover práticas e usar ferramentas que resultem na redução de sinistralidade.  

    Para ajudar você a enfrentar esse desafio, neste post vamos apresentar ações inteligentes para reduzir o índice de sinistralidade na sua operadora. Mas, antes de falar como diminuir o número de sinistros, vamos falar sobre os fatores que geram o aumento dessa taxa. 

    Por que é preciso pensar em redução de sinistralidade? 

    Por que é preciso pensar em redução de sinistralidade?  A sinistralidade é o resultado das receitas recebidas com as mensalidades e as despesas com assistência para os beneficiários.

    O principal motivo para focar em redução de sinistralidade é garantir a saúde financeira das operadoras, no entanto, existem alguns fatores que dificultam essa redução.

    A falta de visibilidade dos ofensores dos custos assistenciais é um deles. Sem entender de forma precisa quais são esses gargalos, a chance de definir estratégias eficientes de otimização de custos é muito pequena.

    Outro problema enfrentado pelas operadoras para reduzir os custos é a dificuldade de classificar grupos de risco e definir ações de prevenção. A promoção da saúde entre os beneficiários é fundamental para diminuir o número de sinistros, mas só pode ser feita com uma categorização precisa de cada grupo. A descentralização das informações também atrapalha a gestão e torna a redução de sinistralidade mais difícil.

    É preciso que os dados estejam integrados num local de fácil acesso para que seja possível gerar insights para que o gestor possa tomar decisões que resultem na queda do número de sinistros. Além da necessidade de manter a saúde financeira, existem outros bons motivos para a operadora adotar medidas que controlem a sinistralidade.

    Um deles é o impacto do volume de sinistros no reajuste dos valores cobrados. Se o índice de sinistralidade estiver muito alto, os gastos a mais podem ser repassados aos beneficiários no reajuste anual.

    Isso, gera um resultado negativo para às duas partes: o usuário terá que pagar uma mensalidade mais alta e a operadora pode ter uma redução no número de usuários.

    Diminuir a taxa de sinistralidade é a saída para que os custos sejam viáveis tanto aos beneficiários quanto à operadora. Para isso, existem algumas práticas e ferramentas que ajudam a manter o equilíbrio financeiro.

    Foco em ações preventivas, auditorias para controle dos recursos e uso de tecnologia específica são algumas formas de gerar a redução de sinistralidade. Mas, para que essas medidas sejam efetivas, é preciso que aplicá-las de forma planejada e integrada.

    Quais são as melhores formas de reduzir a sinistralidade? 

    Todas as ações definidas e as ferramentas utilizadas para redução de sinistralidade devem, de forma direta ou indireta, contribuir para tornar a gestão mais eficiente. Quando a meta é diminuir o número de sinistros é preciso conhecer a realidade da sua operação, entender onde a operadora está gastando de forma desnecessária e identificar, com base nisso, quais são as estratégias mais efetivas para atingir esse objetivo.

    Integre as informações 

    Para que você possa diminuir o número de sinistros na sua operadora, você precisa saber de forma precisa qual é a sua taxa atual, o perfil dos beneficiários, os procedimentos mais realizados. Integrar todas as informações em uma plataforma única, fácil de acessar, é fundamental para que você tenha os dados que precisa para fazer análises confiáveis sobre a situação atual do índice de sinistralidade da operadora.  

    Identifique os ofensores 

    Entender quais os principais fatores que elevam o número de sinistros na sua operadora é a base para a redução de sinistralidade. Sabendo quais são os reais ofensores, você pode adotar as medidas certas para combatê-los e otimizar os custos.  

    Controle os custos 

    Outra medida importante para reduzir a taxa de sinistralidade é ter controle dos custos com assistência. As auditorias são uma boa forma de identificar quais tipos de procedimentos são realizados e quais recursos foram utilizados. Assim é possível entender como o beneficiário utiliza o plano de saúde.  

    Foque na prevenção 

    Esse é um ponto que pode ajudar a reduzir a sinistralidade de forma considerável. A medicina preventiva ajuda a otimizar os custos da assistência na medida em que promove a saúde do beneficiário, identificando exames preventivos básicos que podem evitar doenças para o usuário e possíveis sinistros para a operadora. 

    Ofereça coparticipação 

    A coparticipação torna os gastos com cada sinistro mais equilibrado, pois o beneficiário também contribuiu com o custo de cada procedimento. Essa é uma medida que ajuda na redução de sinistralidade, pois pode conscientizar o beneficiário a não usar plano de forma desnecessária.

    Invista em tecnologia 

    O uso de inteligência artificial, machine learning e outras tecnologias inovadoras facilitam a gestão e a promoção de todas as práticas fundamentais para reduzir o índice de sinistralidade. Com a ferramenta certa, o gestor acessa insights valiosos para otimizar os custos e promover a saúde dos beneficiários. 

    Como usar a tecnologia para a redução de sinistralidade? 

    Centralizar todas as informações, conhecer os ofensores dos custos assistenciais e promover a medicina preventiva são medidas fundamentais para diminuir a sinistralidade. E é possível contar com um software especialista para auxiliar a operadora em todas essas ações.  

    O dictas é uma plataforma que usa ciência de dados para identificar os ofensores de custos e realiza estratificações de risco que ajudam a otimizar os processos e promover a saúde dos beneficiários.  

    A solução identifica os custos assistenciais que podem ser evitados e a utilização de procedimentos fora do padrão da sua população, além de analisar o perfil dos usuários da operadora, classificando-os em grupos e sinalizando ações para cada um deles. Com o dictas as operadoras adotam as medidas necessárias para a redução de sinistralidade com muito mais agilidade e eficácia.  

    Com o dictas, é possível analisar de forma profunda os dados da operadora de Saúde, com a agilidade necessária para uma gestão eficaz. Fale conosco! Basta acessar o nosso menu fale com um especialista.

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