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Capitation: Quais os principais desafios?

Capitation

Os Modelos de remuneração tem sido amplamente discutido, hoje abordaremos a modalidade Capitation, dando sequência a nossa série de conteúdos. Convidamos o Gustavo Gomez Bublitz, consultor de Soluções em Saúde da Softplan; Executivo de Saúde, VP Chapter Santa Catarina do CBEXs, professor de MBAs em Gestão de Saúde, Para compartilhar sobre os Modelos de Remuneração em Saúde, tendo como base no Guia da ANS,

Conceito: O Capitation é um modelo de remuneração de médicos ou outros prestadores de serviços de saúde, por meio do estabelecimento de um valor fixo por paciente cadastrado (per capita) para o fornecimento de serviços de saúde previamente contratados, para uma população definida e em um período especificado.

Formato de Remuneração:

Críticas: Todo modelo possui suas vantagens e desvantagens e estas dependem do ponto de vista, de acordo com o Guia, são elas:

Vantagens:

  • Previsibilidade do gasto do órgão pagador;
  • Previsibilidade da receita do prestador de serviço;
  • Redução de custos;
  • Gerenciamento da utilização dos serviços pelo médico, podendo reduzir exames e procedimentos desnecessários e estimular a adoção de medidas de prevenção e promoção à saúde para diminuir a utilização de serviços e permitir a continuidade da atenção.

Desvantagens:

  • Adicionar sistema de avaliação e controle sistemático da prestação de serviços;
  • Adicionar previsão de bônus ou penalidades para o prestador de serviço, dependendo da evolução dos resultados;
  • Divulgar os modelos de remuneração para a população cadastrada ou inscrita;
  • Considerar a inclusão de um ajuste de risco para proteger os prestadores de serviços e os pacientes;
  • Acompanhamento de dados demográficos e epidemiológicos da população assistida;
  • Incentivar a Coordenação do cuidado e a integração das redes assistenciais;
  • Adoção de protocolos e diretrizes clínicas baseados em evidências científicas..

Para corrigir limitações, segundo a ANS, o modelo pode ser modulado da seguinte forma:

  • Adicionar sistema de avaliação e controle sistemático da prestação de serviços;
  • Adicionar previsão de bônus ou penalidades para o prestador de serviço, dependendo da evolução dos resultados;
  • Divulgar os modelos de remuneração para a população cadastrada ou inscrita;
  • Considerar a inclusão de um ajuste de risco para proteger os prestadores de serviços e os pacientes;
  • Acompanhamento de dados demográficos e epidemiológicos da população assistida;
  • Incentivar a Coordenação do cuidado e a integração das redes assistenciais;
  • Adoção de protocolos e diretrizes clínicas baseados em evidências científicas..

As informações necessárias para o funcionamento do modelo são as seguintes:

  • Custo unitário das unidades de serviço;
  • Protocolos clínicos e cirúrgicos;
  • Incidência dos procedimentos;
  • Informações relacionadas aos riscos populacionais geograficamente distribuídos;
  • Sólida e complexa base estatística das enfermidades, região por região, faixa etária, raça, sexo e outras características.

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Fonte: este é um conteúdo produzido por  Gustavo G. Bublitz, com base no Guia para Implementação de Modelos de Remuneração baseados em Valor.

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